Quais são as regras sobre vagas de garagem?

Um dos temas que mais gera confusão e briga entre os condôminos é o uso da garagem. Para tentar te ajudar a solucionar e evitar alguns dos problemas mais comuns relativos a esse assunto, resolvemos abordá-lo na matéria de hoje. Confira abaixo!

Os problemas mais rotineiros estão relacionados às vagas compartilhadas, estacionamento em vagas indevidas, carros maiores do que o delimitado pelas vagas, furtos, danos e amassados, e por aí vai… Em primeiro lugar, deve-se analisar a Convenção do condomínio, para saber quais as regras vigentes.

Independente do problema, a Convenção e o Regulamento Interno do prédio devem ser usados para saber o que é estipulado sobre o assunto. Caso os moradores queiram mudar ou acrescentar alguma norma, devem discutir o tópico em assembleia, tomando a decisão.

Mesmo não sendo obrigatório que os condomínios ofereçam vagas especiais a pessoas com mobilidade reduzida (como idosos, deficientes físicos, grávidas etc.), é aconselhado, por uma questão de cidadania, que essas pessoas tenham vagas mais próximas ao elevador – mesmo que temporariamente.

Sobre parar motos nas vagas, caso o condomínio não tenha um espaço especial para o estacionamento delas, aconselha-se que o morador seja autorizado a pará-la em sua vaga, juntamente com seu carro, desde que isso não atrapalhe as movimentações de outros condôminos.

Em relação ao aluguel e venda das vagas, somente é permitido que isso seja feito se estiver estipulado expressamente na Convenção – independente de se tratar de apartamentos, escritórios, salas, lojas ou sobrelojas. Agora, se a locação ou venda for para outros condôminos do prédio, não há problema nenhum.

Ao falarmos de problemas como arranhões, amassados e furtos, o assunto, sendo delicado, merece atenção e paciência. O condomínio, representado pelo síndico, deve tentar administrar a situação de forma a minimizar os conflitos que possam ser gerados.

Além disso, algo óbvio, mas que é sempre importante ser frisado, é que os condôminos obedeçam às normas e regras do lugar. E que, independente da situação, o respeito e o bom senso devem prevalecer. Dessa forma, evitam-se brigas e situações desnecessárias.

Quando um condômino desrespeita alguma norma, deve ser alertado, inclusive com a aplicação de advertências e, dependendo do caso, multas – uma consulta à Convenção e ao Regulamento Interno se faz necessária. O síndico deve ter pulso firme, mesmo tentando sempre apaziguar.

Esperamos que as informações que trouxemos no post de hoje tenham sido úteis, te ajudando a gerir melhor os conflitos relacionados ao assunto. Caso seja síndico, busque conversar com os moradores, conscientizando-os. Se não, aproveite para compartilhar essa matéria com seu síndico e vizinhos. ☺

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